sábado, 4 de junho de 2011

Turminha crescida

Há alguns meses, quando vi a primeira edição de Turma da Mônica Jovem nas bancas, pensei: "Putz, os caras devem estar desesperados com a crise na venda das revistas". Tempos depois, comprei o número 1, assim, só pra ver qualé que era.
Não achei de todo o mal. Foi interessante ver os personagens clássicos que acompanharam a infância de muita gente (entre eles, este que vos fala) em uma nova fase da vida. O problema que vi (levando em consideração meu GOSTO, não a qualidade das histórias) foi o exagero nos trechos superheróisticos (hmmm, inventei mais uma) da Turma. Acho que os roteiristas beberam muito de outras fontes, são muitas as referências a outras histórias. E isso é bom, mas na medida certa. Acho que, nas histórias com pegada de aventura, faltou um pouco de originalidade.
De qualquer forma, o lado bom da série é justamente a parte humana dos personagens. O aspecto adolescente de todos é muito bem explorado, assim como a forma que a personalidade única dos personagens clássicos tomou forma. Mesmo assim, parei de seguir a série por volta da edição 13 ou 14, embora continue comprando a revista todos os meses, para a minha irmãzinha. Por esse motivo, nem tinha a intenção de comentar sobre a série aqui, mas na edição desse mês ocorre um momento histórico para os fãs: Mônica e Cebolinha assumem o namoro. Não sei exatamente como (não li a edição e creio que não vou fazer isso), mas isso não tem jeito de ser jogada de marketing. O sucesso da série prova isso. De acordo com Mauricio de Sousa, essa edição já vendeu cerca de 500 mil exemplares.
Outra coisa que me fez fazer este post foi ter lido a entrevista de Mauricio ao IG comentando a série. Bem legal.
Que a Turma da Mônica (Jovem ou Clássica) dure por muitos e muitos anos...

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